Entrevista com Ollie
Postado por Victor em quinta-feira, 05 de março de 2009 às 17:00
Categorias: Ollie Barbieri, Terceira Temporada
Tags: Entrevistas, Episódios, JJ

Leia na íntegra clicando aqui.
Como tem sido a reação desde que você apareceu nas telas?
Tem sido maníaco – é incrível! As pessoas estão realmente começando a gostar da série e essa é a melhor coisa que poderia ter acontecido. Eu tenho pessoas chegando em mim, e é bem estranho. Mas minha filosofia é que você tem que aproveitar isso, se não fica mais difícil. Mas ter pessoas apreciando algo que você se esforça tanto é incrível.
O público aceitou o JJ bem?
Ele é um personagem interessante, então ele definitivamente tem um apelo com as pessoas. Cook é um louco, e por boa parte da temporada é assim que ele vai ficar. Mas com JJ, você sabe que tem mais dele e você quer saber o que é.
Como você descreveria o JJ?
JJ é o coitado. É um perdedor, um nerd e um imbecil, mas acima disso, ele é um personagem bem consciencioso, na verdade. Ele não entende como as pessoas trabalham da mesma forma que outras pessoas. As relações entre outros personagens são como equações pra ele.
Os outros garotos não tratam ele muito bem…
JJ regularmente é descrito como a criança. É o auxiliar do Cook e o bichinho de estimação do Freddie. Mas eles vão começar a tratá-lo um pouco melhor – eles têm que tratar! Lá pro final da temporada, vemos ele se tornar mais independente.
O episódio dele, que vai ao ar essa semana, é um tanto quanto diferente dos outros, não é?
É bem diferente – não tem nada daquele hedonismo! Esse episódio é sobre não saber o que fazer e sobre a quem recorrer. É muito profundo, e adentra em problemas psicológicos que levam a se tornar em quem ele é, que é o que eu gosto nele.
O que aprendemos sobre JJ nesse episódio?
Ele tem muito amor pela mãe dele. JJ não é um adolescente normal, então ela sempre fez coisas por ele – ela passou boa parte dos últimos 17 anos resolvendo problemas em torno dele. Os pais dele tem muito a ver com o motivo de ele ser desse jeito. Eles são figuras muito influentes. As outras únicas pessoas com quem ele realmente conversa são Freddie e Cook, e eles não são os melhores exemplos.
O que mais pode nos contar?
Eu tive que fazer um pouco de pesquisa pra algumas coisas. Eu interpretei JJ muito como um personagem estranho, e ele obviamente tem problemas. Quando fui tentar o papel pela primeira vez, eu interpretei ele meio louco, e saí pulando muito. Mas ele, na verdade, acabou não sendo assim – enfraqueceram ele um pouco. É importante que ele passe como acreditável, e eu espero que esse episódio deixe as coisas um pouco mais claras.
JJ forma uma amizade próxima com a Emily, não?
Sim, forma, e é bem meigo. Eles começam uma amizade pois ambos são diferentes do resto. Não são exatamente populares na escola, e só conhecem mesmo as outras pessoas dentro do grupo. JJ e Emily se entendem – eles são simplesmente duas pessoas que se dão bem.
Tem muita nudez na série. Te incomoda filmar essas cenas?
Na verdade, não. Óbivio que há limites no que os produtores podem fazer, legalmente. Eu sabia que eles não poderiam fazer certas coisas até eu fazer 18 anos. Skins é um trabalho, e é uma diversão. Eu lembro quando eu tinha o contrato na minha frente e eu pensei “se eu assinar isso, eles vão me fazer ficar pelado em frente a uma grande proporção de público britânico”. Mas se eu não vou fazer isso, alguém vai.
Você sabia o que esperar depois das duas primeiras temporadas?
Bem, eu não assistia Skins antes de entrar, na verdade. Eu sabia da premissa e sabia que era sobre adolescentes forçando a barra, usando muitas drogas e fazendo muito sexo. É deliciosamente irônico que eu era o único membro da minha turma de amigos que não assistia a série, e eu acabei atuando nela.
Já ouviu algo sobre uma quarta temporada?
Ainda não, mas espero que façamos. Eu curti tanto filmar a terceira temporada. Seria incrível fazer outra, e nos daria a chance de explorar mais os personagens, tão mais. Estou animado pra ver o que mais eles poderiam fazer com o JJ.










